Eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmo assim, vou ser sempre assim...
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quinta-feira, 12 de julho de 2012
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Espirro
O espirro é uma reação involuntária de nosso organismo à presença de partículas ou micróbios que causam irritação, como poeira, pólen, ácaros, vírus, bactérias e fumaça. Consiste na expulsão brusca e rápida de ar e gotículas pelo nariz e boca. Pode chegar a 160 km/h.
É um eficiente mecanismo de defesa do nosso organismo.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
sábado, 26 de maio de 2012
Seu bagaço!
Bagaço é tido como algo ruim, sobra, coisa que não presta...
Mas na verdade bagaço é a melhor parte da laranja por exemplo...
terça-feira, 22 de maio de 2012
Não se canse de abraçar!
Descobri que dia 22 de maio é o dia do abraço! Já falei algumas vezes sobre abraços aqui no blog...
Tem gente que ainda não conhece o valor de um abraço! Como faz bem!
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Quem me dera...
Quantas vezes falamos a expressão "quem me dera"... Quem me dera ter um emprego melhor... Quem me dera ter mais tempo pra fazer mais coisas... Quem me dera ser mais bonito... Quem me dera sei lá o que!
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Os cegos e o elefante
(Este texto não é meu, desconheço o autor...)
Numa cidade da Índia
viviam sete sábios cegos. Como os seus conselhos eram sempre excelentes, todas
as pessoas que tinham problemas recorriam à sua ajuda.
Embora fossem amigos,
havia uma certa rivalidade entre eles que, de vez em quando, discutiam sobre
qual seria o mais sábio.
Certa noite, depois de
muito conversarem acerca da verdade da vida e não chegarem a um acordo, o
sétimo sábio ficou tão aborrecido que resolveu ir morar sozinho numa caverna da
montanha. Disse aos companheiros: – Somos cegos para que possamos ouvir e
entender melhor que as outras pessoas a verdade da vida. E, em vez de
aconselhar os necessitados, vocês ficam aí discutindo como se quisessem ganhar
uma competição. Não agüento mais! Vou-me embora.
No dia seguinte,
chegou à cidade um comerciante montado num enorme elefante. Os cegos nunca
tinham tocado nesse animal e correram para a rua ao encontro dele.
O primeiro sábio
apalpou a barriga do animal e declarou: – Trata-se de um ser gigantesco e muito
forte! Posso tocar nos seus músculos e eles não se movem; parecem paredes…
– Que palermice! –
disse o segundo sábio, tocando nas presas do elefante. – Este animal é
pontiagudo como uma lança, uma arma de guerra…
– Ambos se enganam –
retorquiu o terceiro sábio, que apertava a tromba do elefante. – Este animal é
idêntico a uma serpente! Mas não morde, porque não tem dentes na boca. É uma
cobra mansa e macia…
– Vocês estão
totalmente alucinados! – gritou o quinto sábio, que mexia nas orelhas do
elefante. – Este animal não se parece com nenhum outro. Os seus movimentos são
bamboleantes, como se o seu corpo fosse uma enorme cortina ambulante…
– Vejam só! Todos
vocês, mas todos mesmos, estão completamente errados! – irritou-se o sexto
sábio, tocando a pequena cauda do elefante. – Este animal é como uma rocha com
uma corda presa no corpo. Posso até pendurar-me nele.
E assim ficaram horas
debatendo, aos gritos, os seis sábios. Até que o sétimo sábio cego, o que agora
habitava a montanha, apareceu conduzido por uma criança.
Ouvindo a discussão,
pediu ao menino que desenhasse no chão a figura do elefante. Quando tateou os
contornos do desenho, percebeu que todos os sábios estavam certos e enganados
ao mesmo tempo.
Agradeceu ao menino e afirmou: – É assim que os homens se comportam perante a verdade. Pegam apenas numa parte, pensam que é o todo, e continuam tolos!
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